quarta-feira, 22 de abril de 2015

"UBÁ NOTÍCIAS" POSTAGEM Nº1326 - ANO 5

         
                         



Lígia Aroeira Ferreira


FIQUE POR DENTRO


FESTIVAL DE TEATRO DE UBÁ/2015

"O Menino e o Boi" - apresentado em  2014

Em sua 5ª Edição, o  FETUBA acontece nos dias 01 a 03 de maio, popularizando a arte, promovendo turismo e intercâmbio cultural, formando platéia, familiarizando a sociedade com atividades artísticas...
Uma conquista para nossa cidade.

Visite o site:http://fetubafestival.blogspot.com.br/

Ver grade programação Abaixo no "Espaço Aberto"

Colaboração: Roberta Silva - CAB - Companhia dos Atores do Brasil - Escola de Artes Cênicas



Elza Marcato



EM DIA COM A NOTÍCIA

HISTÓRIA   DE  UBÁ
Mais um capítulo da nossa história
A Economia de Ubá - O CAFÉ
A Agricultura constituiu a espinha dorsal do município. Havia a pecuária, havia a plantação de gêneros alimentícios, mas formando uma lavoura de subsistência, ou simplesmente marginal.
O Café, trazido da Guiana pelo sargento-mor Palheta, transplantado para o Rio de Janeiro, veio ter às terras férteis de Ubá, tornando-se a cultura sócio-econômica da região. 
Auxiliava, além da fertilidade do solo, a escravidão, a abundância de braços, que permitia enorme produção às fazendas, gerando riquezas e aglomerações humanas.
Cada propriedade agrícola produzia tudo de que necessitava, exceto o sal e o querosene.
Nasceram, deste modo, as grandes Fazendas de café, surgiu a aristocracia
rural, abastada e poderosa.
Apareceram vilas e povoados.  O café era o dinheiro. Era o produto de exportação.  O BRASIL É O CAFÉ.
Alguns fazendeiros possuíam tropas e levavam seu produto ao Rio de Janeiro.
O maior comprador era o dr. Cesário Alvim, grande político, que foi, por 2 vezes, Governador de Minas Gerais. 
Sua máquina de limpar café situava-se à Praça da estação, hoje Guido Marlière.  Ainda está lá o Torreão.
Seu sucessor na compra de café foi seu primo Galdino de Faria Alvim.
O cafezal era o patrimônio nas heranças.
A decadência da lavoura cafeeira trouxe a queda agrícola do município.
1930 foi o ano que encerrou o período cafeeiro.
Foi substituído pela cultura do FUMO. Apareceu na Bahia.
O pioneiro e divulgador foi o engenheiro agrônomo dr. Tarquínio Benevenuto Grandis.
Os viajantes ubaenses corriam Minas, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e outros estados levando a nossa produção de fumo.
Com a queda da economia agrícola, o município passou a atual fase de desenvolvimento das Indústrias.

Fonte: Livro de Ouro - Cidade Carinho - 1980



Márcia Aroeira Barbosa



FOTOS E FATOS



LUÍZA BRUNET

Nossa amiga Rita Andrade e a modelo em visita na cidade
                           
                         ESPAÇO ABERTO
É como um sonho encantado
que não termina jamais:
Ubá meu berço incrustado
dentro de Minas Gerais.
                                       Olympio Coutinho
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FETUBA - FESTIVAL  DE TEATRO DE UBÁ 
PROGRAMAÇÃO

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terça-feira, 21 de abril de 2015

"UBÁ NOTÍCIAS" POSTAGEM Nº1325 - ANO 5

         
                         



Lígia Aroeira Ferreira


FIQUE POR DENTRO


CIRCULANDO NA TERRA
                                       Paulo e Poliana
Esteve em Ubá, para sua visita à terra dos vovós Sônia e o saudoso Pedro Lúcio Mendes, o fofo Pedro Mendes Uekane, nascido em 31/12/2014.
O lindo bebê, com os olhinhos bem puxados, herdado da família do pai Paulo Kiyoshi, tem traços também da linda mãe Poliana.
A vinda de Pedro a Ubá foi motivo de festa e vários amigos do casal foram recepcioná-los na casa da vovó Sônia.

Colaboração: Miúcha T. Girardi



Elza Marcato



EM DIA COM A NOTÍCIA

BOM EXEMPLO
Foto de um usuário.
Seis detentos do Presídio de Ubá, reformaram mais de cem carteiras da Escola Estadual "Senador Levindo Coelho", que é vizinha de muro da unidade prisional. 
O trabalho foi executado por custodiados integrantes do projeto de reinserção social “Mudando a Realidade”, desenvolvido pela direção do presídio, em parceria com o grupo do Interact Clube de Ubá (composto por adolescentes de 12 a 18 anos, que realizam ações sociais na comunidade).
Fonte: Secretaria de Estado de Defesa Social



Márcia Aroeira Barbosa



FOTOS E FATOS

HOMENAGEADO
FESTA UBAENSE - BH/2015
Guilherme Guilhermino com Reinaldo Provezano, Sérgio Occhi e Lígia Aroeira                                        ESPAÇO ABERTO
É como um sonho encantado
que não termina jamais:
Ubá meu berço incrustado
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                                       Olympio Coutinho
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CORRESPONDÊNCIAS
Ronaldo,
Todas estas crônicas, para mim são inéditas.

Quando comecei a ler a primeira, me surpreendi, pois constatei que estava muito bem escrita, no estilo, no português, na narrativa, com muito bom encadeamento das ideias. Quando cheguei ao fim, não tinha o nome do autor. Pena, pois como parabenizá-lo?

Já na segunda estava o nome do autor: você. Só aí me dei conta que todas as crônicas eram de sua autoria. Agora posso parabenizar o escritor.
Vamos aos comentários: É muito bom e gratificante relembrar estas histórias, algumas eu vivi. 

Contar estas histórias antigas, me fez lembrar que há muito tempo, Dr. Newton Carneiro, professor e diretor do Ginásio São José, onde residia, escreveu umas crônicas, muito bem humoradas, recordando fatos de Ubá antigo e que foram publicadas em um jornal local, salvo engano "Cidade de Ubá". Me surpreendeu à época, pois o conhecia como pessoa sisuda, vivia isolado na zona rural, sem convivio social, um eremita, que somente vinha à cidade aos domingos pela manhã, para a missa das 10 horas na Igreja de São Januário.

Uma  das crônicas que escreveu e que me marcou, conta uma história do Monsenhor Paiva Campos, que nunca anteriormente eu tinha sabido de alguma referência a ele, só sabia que dava nome à rua em que eu morava.

A história é a seguinte: o monsenhor e outros amigos gostavam muito de jogar baralho, eram fanáticos por um carteado e passavam horas e horas jogando e tomando café. Quando o café ia acabando, mandavam um menino que era encarregado de servi-los, a buscar um bule de café na casa de alguém, perto de onde estavam. Este menino era conhecido e cujo apelido permaneceu até o nosso tempo, como  "Alemão". Acho que era bancário e o pai do pianista José Maria e de duas cantoras que abrilhantavam as festas no Ubá Tenis Clube (as vezes conhecidas na época, como "brincadeira dançante").

Ocorria que Alemão ficava muito aborrecido por ser obrigado a ficar de plantão para os mandados e exercer as funções de garçon para os jogadores. Para se vingar, conta Dr Newton em sua crônica, em todo bule que buscava, cuspia dentro. Estava assim vingado.

As histórias são inúmeras, foi muito bom recordar do Bar Municipal, cujo garçon que nos servia no "Reservado" no fim da noite, não lembro com certeza o nome se era o Nilton ou Neudo, e quando lá chegávamos já um pouco ou muito tonto para o fim de noite, contávamos com um banquete (feijão, linguiça e ôvo frito) o famoso feijão que comíamos e que você relembrou em uma de suas crônicas, era um santo remédio para evitar ressaca no dia seguinte e lá chegando encontrávamos o Nilton mais bêbado que nós, e vinha nos servir com dificuldade, tropeçando pelo caminho. Podíamos depois do "banquete" irmos dormir tranquilos, pois no dia seguinte estávamos "inteiraços".

Estas recordações me vêm à mente principalmente depois de ler o livro da Celma & Célia,o que foi uma imensa satisfação e felicidade a sua leitura, por nos trazer tantas e agradáveis recordações de Ubá da nossa época e que comentarei oportunamente.

Para não me estender  muito na resposta, paro por aqui, e outros comentários serão feitos no final das outras crônicas (Pintinho, Tarcisio, Decifrando a receita e outras) que você me enviou (leia os comentários quando eu enviar). Estou esperando mais outras histórias suas, cuja memória é um acervo de acontecimentos de Ubá.

Abraços, 
Lúcio Collares
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segunda-feira, 20 de abril de 2015

"UBÁ NOTÍCIAS" POSTAGEM Nº1324 - ANO 5

         
                         



Lígia Aroeira Ferreira


FIQUE POR DENTRO


1ª ETAPA CARIOCA OPEN 2015 



 Atletas de Ubá detentores de títulos estaduais e nacionais, estarão presentes mais um ano nas versões do estadual da FITERJ.
O campeonato, organizado pela FITERJ - Federação Interestilos de Taekwondo do Estado do RJ, acontecerá em 24 de maio, na Ilha do Governador/RJ.
Boa sorte aos nossos conterrâneos.

Informação: Rafael Antônio Toledo - Prof. de Taekwondo



Elza Marcato



EM DIA COM A NOTÍCIA

SAÚDE  EM  UBÁ
A Secretaria de Saúde acaba de introduzir a SHANTALA como prática Integrativa Complementar de Saúde.
A SHANTALA (massagem para o bebê) originada da Índia, em Calcutá, foi desenvolvida pelo médico francês Frederick Leboyer, que fotografou a sequência completa de massagem.
Benefícios: vínculo afetivo, melhoria de cólicas, reduz a incidência de doenças
respiratórias, estimula a musculatura do bebê.

Fonte: Assessoria de Comunicação da PMU



Márcia Aroeira Barbosa



FOTOS E FATOS

HOMENAGEADO
FESTA UBAENSE  - BH/2015
Artur Araújo e a esposa Kátia
                     
                         ESPAÇO ABERTO
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Ubá meu berço incrustado
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                                       Olympio Coutinho
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Histórias de Ubá - Jacy Silva – Alfaiate
23/3/2015 - Rona Mazza
      Jacy Silva era um excelente mestre no nobre ofício de confecção de roupas. Tranqüilo e paciente trabalhava com esmero e capricho, daí sua grande clientela. Seus ternos eram reconhecidos pelo caimento perfeito e fazia quantas provas se fizessem necessárias para a roupa ficar ao gosto de seus elegantes clientes.
      Questão de honra para o respeitado profissional.
    Sua movimentada alfaiataria ficava ali na rua Duque de Caxias, logo após a Agência Espósito, pertinho da praça Guido naquela época o ponto de encontro da sociedade ubaense e das dezenas de visitantes que aqui aportavam vindos principalmente no trem noturno, que partia do Rio de Janeiro ou do expresso, que saía de Juiz de Fora, normalmente com algum atraso. E cabia ao chefe da estação escrever com gastas pontas de giz no quadro de avisos que ficava dependurado na parede da plataforma de embarque.     O atraso do comboio (olha o Kaniff ...) era anotado em minutos, talvez por que minuto é mais rápido que hora: “ O Expresso de Juiz de Fora está com 752 minutos de atraso”, avisava. Interessante é que a The Leopoldina Raywells era inglesa e lá na Inglaterra, até hoje, os trens primam pelo horário: antes da hora não é hora, depois da hora não é hora. Aqui como lá foi aplicada a mesma tecnologia na construção e implantação das linhas férreas. Por que os atrasos?  “Tão Brasil...”, né não Manoel Bandeira?
     Bons tempos da Guido Marliére, oficial do exército francês que veio de Portugal com D. Pedro e aqui aportou convivendo com os índios Puris e Coroados com os quais mantinha estreita ligação e laços de infinda amizade (né Doró?). E ainda nos legou a fundação da Cidade Carinho.
      A praça era uma efervescência, com o Bar do Ponto – que era o point, como diriam hoje os jovens, além do Bar Glória, que, segundo o Tânus Feres era, entre um cafezinho e outro, “o melhor lugar para resolver os problemas do Brasil”, e o Bar Cristal onde o China fazia ponto à procura de algum desavisado cidadão portador de  manchas na pele que ele, funcionário público atuante que era, procurava internar na Colônia Padre Damião, mas aí é outra história. À noite o simpático China dava expediente no Marrocos Bar, do Paulo Leitão, ponto da sadia boemia, assim  como o Enio’s Bar, que tinha lá um afinado piano dedilhado pelo Ênio Guilhermino e até por Ary Barroso.
     O Ubaense Hotel, recém-inaugurado pelo “seu” Lopes e mais o Centenário Hotel, o Palace Hotel, comandado pelo “seu” Buquinha, sempre lotados de viajantes e o Grande Hotel, com modernas e confortáveis cadeiras de aço espalhadas no largo passeio onde aconteciam as paqueras domingueiras após a sessão das seis do Cine Brasil, enchiam a praça de alegria. E era nestas cadeiras, apelidadas “Caça-Marido”, que as moças casadoiras sempre bem maquiadas, marcavam ponto esperançosas à espera de um futuro relacionamento. (Tô certo, Doró?).
     E era pelo trem da Estrada de Ferro Leopoldina que chegavam as mercadorias para abastecer o movimentado comércio ubaense, inclusive os tecidos para as alfaiatarias da cidade: Muzzitano, Lauria, Budega, Tute Tibiriçá, A Tropical e a alfaiataria do Jacy. Eram tecidos de qualidade superior, importados diretamente de Londres. De lá vinham o tropical inglês, normalmente escuros ou com suaves listras mais claras e o linho S-120, de cor branca, o preferido dos homens bem-apessoados, como o Nadir Aroeira, considerado o homem mais elegante destas plagas (olha o Kaniff outra vez ...). Era coisa pra poucos e o Jacy mantinha um estoque de causar inveja, sempre renovado e sempre com novidades. Além de excelente profissional, nosso homenageado facilitava o pagamento e dava crédito. Às vezes, por sua boa índole, confiando até demais, como veremos a seguir.
    Esta história quem adorava ouvir e contar era o meu saudoso amigo e irmão Aloísio Tico-Tico. Vamos lá.
     Havia na cidade um corretor de seguros de vida e de outras apólices, como aquela da extinta seguradora Prolar, que anunciava  na Rádio Nacional, a emissora de maior audiência da época: “Para sua felicidade um lar...para um lar, um título da Prolar...”, era o mote da propaganda, que o ouvinte escutava como uma ordem de compra. Até hoje não se sabe se quem adquiriu o título recebeu sua casa.
    Pois bem, o corretor, de nome Tatão, vestia-se com apuro, sempre de S-120. Mas tinha o hábito, digamos assim, de não saldar suas contas. Aconteceu que precisava de um terno para apadrinhar um casamento e, obviamente, para continuar mantendo a linha elegante perante seus clientes.
     Este hábito, de não honrar compromissos, estava lhe custando caro: seu crédito em todas as alfaiatarias estava no livro negro. Encostado na ponte da São José, matutando com seus botões, lembrou-se  do Jacy Silva. Não era freguês dele e passaria a ser. Passa um amigo, já quase na hora do almoço e o convida para subirem juntos a São José até o “ponto do ônibus” (obs.: era no final da avenida governador Valladares, subida da rua do Divino, onde a cidade acabava. Perto dali era o Lava-Pés) onde ambos moravam. “Vamos subir sim, mas antes venha comigo até a alfaiataria do Jacy”. O amigo, que já conhecia as matreirices do corretor, seguiu pra ver como seria o manjado enredo do próximo filme.
     Tatão subiu o degrau da loja, cumprimentou o exímio alfaiate, elogiou seu volumoso estoque e arriscou pedindo prazo pra pagar. “Afinal, os negócios com essa crise não andam nada bem, né seu Jacy? Vou apadrinhar um casamento de gente chic no Rio de Janeiro e preciso de um terno costurado com linho de qualidade e com acabamento impecável como o seu”., derramava-se em elogios.
     Com esse intróito e o crédito liberado, Jacy dá início ao seu trabalho tirando as medidas do freguês. “Para um pouco, seu Jacy. O senhor ainda não me falou o preço do terno. Se for muito caro, nem vou fazer e aí nós dois vamos perder nossos preciosos tempos”.
     O alfaiate então toma do lápis e começa a fazer suas contas. O corte do famoso S-120 não era barato e o freguês fez cara de susto, quando viu o preço. Não me lembro da moeda que vigorava naqueles anos 1950, mas vamos lá: “Mil e quinhentos cruzeiros? Tá doido, seu Jacy? Assim não dá...o senhor tem que fazer uma diferença...”
     Jacy então pensa um pouco, coça a cabeça - a hora do almoço chegando e dá um desconto. “Mil e quatrocentos? Muito caro...sou um simples corretor”. E continuou seu discurso e o amigo, que já conhecia suas peripécias comerciais, continuava pacientemente assistindo pra ver o desenlace. Tanto fez que o preço desceu e estacionou em 1.100,00 cruzeiros. Fechado!
      Feitas as medidas, faltava marcar a prova. Mas Tatão deu uma última chorada: “Seu Jacy, o senhor já notou meu tamanho? Eu meço apenas um metro e meio!!! O senhor há de convir que meu terno gasta muito pouco pano”. Pronto, pra encerrar a choradeira o preço final ficou em mil cruzeiros. “Olha seu Jacy, fica combinado que na volta da viagem, na segunda-feira cedinho, eu venho aqui e acerto com o senhor. Vou pagar à vista!”.
     E o alfaiate confiou, como sempre fazia, não imaginando que desta vez iria ficar a ver navios. Ou trens...
     Proposta aceita, apertos de mão e Tatão ainda marca uma outra visita “venho aqui te vender um título da Prolar, você vai ganhar uma casa!!!”.  Golpe duplo, quem sabe.
     Descem os dois amigos a Duque de Caxias e ao passarem pelas pesadas portas do Banco de Crédito Real, logo após a ponte, quase em frente a loja de bicicletas do Zé Ramos Alvim, o amigo até então calado, pergunta curioso: Ô Tatão, até agora não sei porque você pediu tanto desconto no preço do terno...Você não vai pagar mesmo!!!
     E Tatão, com seu risinho  característico, foi direto:

“Mas aí o prejuízo dele fica menor...”
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sábado, 18 de abril de 2015

"UBÁ NOTÍCIAS" POSTAGEM Nº1323 - ANO 5

         
                         



Lígia Aroeira Ferreira


FIQUE POR DENTRO

HOMEM PEIXE

Foto:  JAUS- HAWAI
No último dia 28, o CANAL OFF iniciou a nova temporada do programa protagonizado pelo
Henrique Pistilli, filho da nossa querida amiga ubaense Lúcia Léa Damiano Pistilli.
Sucesso!



Elza Marcato



EM DIA COM A NOTÍCIA

PALESTRA  
A Prefeitura de Ubá , através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e o Instituto Faculdade Governador Ozanam Coelho , FAGOC, promoveram uma palestra sobre o tema "A Importância da Família " para os participantes do programa Jovem Aprendiz e seus familiares.
O evento aconteceu na Câmara Municipal de Ubá e teve como palestrante, o Juiz da Vara Criminal da Infância e Juventude, Dr. Nilo Marques Martins Júnior.
O Prefeito Vadinho Baião também falou sobre a importância da troca de informações na família e o cultivo de valores.
A Secretária Municipal de Desenvolvimento Social, Eulália Guilhermino Valente, ressaltou a importância da qualificação profissional e da integração familiar.
O Programa Jovem Aprendiz atende, hoje, mais de 180 adolescentes em Ubá.

Fonte: Assessoria de Comunicação da PMU



Márcia Aroeira Barbosa



FOTOS E FATOS


EMPOLGADAS MANIFESTANTES

Rita Mendonça(do Juiz) e Joyce Monteiro de Castro                     
                         ESPAÇO ABERTO
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sexta-feira, 17 de abril de 2015

"UBÁ NOTÍCIAS" POSTAGEM Nº1322 - ANO 5

         
                         



Lígia Aroeira Ferreira


FIQUE POR DENTRO

CRECHE
ESCOLA MUNICIPAL PROFA.DULCINÉIA SERRATO
Foto de um usuário.
Inaugurada a cheche na Vila Casal para atender crianças de 06 meses a 2 anos de idade (Maternal I e II).
A prefeitura atendeu a solicitação das mães do local, que necessitam deixar seus filhos para trabalharem.
Para o diretor geral, Rogério Batalha, "é uma imensa satisfação atender e cuidar destas crianças, preparando-as para a vida escolar. 
Estávamos ansiosos para começarmos o trabalho e recebermos estes alunos com muita alegria e carinho".

Colaboração: Humberto Carneiro



Elza Marcato



EM DIA COM A NOTÍCIA

 CULTURA
FICA  A  DICA  
Exposição no CCBB, a partir do dia 16-4, reúne obras do pintor russo e de seus contemporâneos, para traçar um painel histórico da abstração na arte ocidental.
O russo Wassily Kandinsky (1866-1944) foi um artista revolucionário.
Ele é o  criador da arte abstrata, que, até o início do século 20, era apenas uma hipótese na arte ocidental.
É um autor fascinante.
Era também teórico da arte e poeta.
Curadora: Eugênia Petrova- vice-presidente do Museu Estatal de São Petersburgo (Rússia).
Curador: Joseph Kiblitky.

TUDO COMEÇA NUM PONTO
Pinturas, gravuras e objetos.
Local: Centro Cultural Banco do Brasil.- Praça da Liberdade- 450.
Entrada franca.
Ubaenses que residem aqui na capital podem visitar a mostra até o dia 22 de junho.

Fonte: Jornal Estado de Minas - Walter Sebastião


Márcia Aroeira Barbosa
                          
FOTOS + FOTOS


VIAJANDO EM FAMÍLIA

A ubaense Maria Alice Aroeira com o esposo Edimar, as filhas Isabella, Cristiana e o neto Guilherme                        
                            ESPAÇO ABERTO
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FANFARRA CERS
A sempre brilhante fanfarra do CERS - Colégio Estadual "Raul Soares", desfilando na Rua Peixoto Filho, em frente a sede da antiga TELEMIG e do Sindicato Rural de Ubá.

Foto enviada: Clair Rodrigues    

Identificação dos participantes:Cecé Defilippe


Dimas Michelli no primeiro Bumbo, Alexandre á esquerda do Dimas, José Américo logo atrás do Dimas, Celsinho (Quixa), Eduardo (BEMGE), César castilho, Clever Albuquerque, Eduardo Barreto, Caíto, Paulo Cunha, Dimas Andrade, Rogério Marques, Ankito e Maurilê no comando.... Tem muito mais conhecidos mas, a foto não dá nitidez....
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quinta-feira, 16 de abril de 2015

"UBÁ NOTÍCIAS" POSTAGEM Nº1321 - ANO 5

         
                         



Lígia Aroeira Ferreira


FIQUE POR DENTRO

LANÇAMENTO DE LIVROS
Na noite de 22 de abril próximo, haverá na Câmara Municipal, a partir das 19hs, dentro da programação da III Flitec de Ubá, laçamento dos livros dos ubaenses:

Cornélio Zampier Teixeira  - “Anos dourados na terra da manga Ubá”  

José Geraldo de Souza Araújo - “Estrelas De-Cadentes”

Olympio Coutinho -  "Um punhado de Trovas e outros escritos"

A Flitec de Ubá vem conquistando o público e tornando referência cultural na região e no Estado. 
Entre um e outro lançamento haverá números de arte, encerrando-se com a noite de autógrafos.



Elza Marcato



EM DIA COM A NOTÍCIA


FLITEC
A Prefeitura de Ubá, através da Secretaria Municipal da Educação e da Secretaria de Cultura, realizará a 3ª Edição da Feira Literária de Cultura de Ubá - FLITEC
O evento busca contemplar a vida e obra de Vinícius de Moraes, além de abrir espaço para outros autores.
Promoverá, além da feira com exposições de stands, performances externas por toda a cidade.
Serão realizadas palestras no Colégio Anglo e no Sagrado Coração de Maria e na Câmara Municipal de Ubá.
Nos dias 24 e 25 de abril, a Praça São Januário será sede de atividades Literárias e Culturais.
Contação de histórias, Teatro, Música, Sarau e Recital.
É a aproximação da Literatura com o público leitor.



Márcia Aroeira Barbosa



FOTOS E FATOS

RECORDANDO...
Bebeth Peixoto, Tildinha Toledo, Fernanda Carneiro, Beatriz Fernandes

Fotógrafa: Lígia Aroeira                          
                       ESPAÇO ABERTO
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CHEGOU O LUCAS
Neto da nossa querida amiga Lenir Jacob
"Agradeço ao Miguel,por essa linda postagem..
GAZETA REGJORNAL
UBÁ/MG"
Jornal GAZETA REGJORNAL
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